CONTRA A PIRATARIA
Por Miriam Silva
Brasil é o primeiro país da América Latina a criar uma associação de combate à pirataria.
"Trata-se da representatividade de dois dos setores mais afetados pela falsificação: APCM – Antipirataria Cinema e Música."
"Música e Cinema passam a atuar juntos contra os altos índices de pirataria que assolam dois dos setores culturais mais importantes do País e que prejudicam, atualmente, mais de 50% desses mercados. "
"O programa antipirataria de setores culturais passa por reestruturação inédita no mundo e já começou a funcionar no Brasil uma nova associação de combate à pirataria."
“A APCM – Associação Antipirataria Cinema e Música. Essa nova Associação, que foi anunciada essa semana em São Paulo, vem substituir as antigas Associações Protetoras dos Direitos Intelectuais, a Apdif (Fonográfico) e Adepi (Audiovisual), respectivamente os braços operacionais de combate à falsificação da indústria fonográfica (ABPD) e da indústria de cinema e vídeo (MPA).”
“A APCM atua como uma Associação de combate à pirataria de dois dos bens culturais mais importantes do País: a música e o cinema. Através de seus departamentos de investigação e jurídico, trabalhará para denunciar às autoridades competentes a existência de laboratórios e depósitos de CDs e DVDs falsificados, afim de que sejam destruídos. Também acompanhará a polícia, diariamente, nas operações de rua contra ambulantes e lojas que comercializam produtos falsificados. Disponibilizará apoio operacional e logístico nas diversas operações policiais de repressão à estrutura das organizações criminosas.”
“A pirataria no mercado tem deixado estagnado, as sacoleiras vão para o Paraguai, São Paulo, e outra, isso causa um grande prejuízo em relação aos impostos, pois não emite nota fiscal, é um mercado obscuro, prejuízo tanto para as grandes empresas, tanto para o desenvolvimento do Brasil, se o individuo sonega imposto, faz com que a economia não cresça.”
Sem contar que quando compra um produto, não tem garantia, mesmo que compre um pouco mais caro, mas pelo menos terá a quem recorrer, ou seja, terá garantia do seu produto. O barato sai caro.
Outro ponto é em relação aos brinquedos falsificados que muitas crianças tem problemas pelo fato dos materiais não serem de uma boa qualidade, os cds que os artistas ficam tanto tempo em um estúdio para gravar e tem um grande prejuízo, isso tem um incentivo da população porque se a mesma não aprovasse, não teria esse mercado tão intenso de pirataria como esta hoje, e infelizmente a tendência é só crescer.
No mercado de cds originais quando são fabricados, gera empregos para a população, se falta emprego, devido a baixa de vendas de cd, faz com que a economia não cresça.
A sociedade tem que ajudar a melhorar esse cenário da pirataria, para que o Brasil tenha uma economia melhor.
domingo, 15 de abril de 2007
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